
Apesar de não ter ainda trabalhado com aluno com necessidades educativas especiais. Acredito que este aluno precisa ser trabalhado dentro daquilo que ele pode desenvolver. Partido do princípio que não somos tábula rasa, o aluno deficiente poderá adquirir e desenvolver sua aprendizagem interagindo com o meio e sendo estimulado pelos colegas e pela professora. Esta aprendizagem pode ser manifestada cognitivamente através da fala, gestos ou apenas pela manifestação de contentamento ou não deste.
A educação infantil contribui muito para o desenvolvimento de uma criança deficiente. Cabe a todos nós garantirmos este direito e o desenvolvimento desta no ambiente escolar. A criança chega na escola e precisa ter um ambiente que favoreça sua permanência e desenvolvimento, pois do contrário somente será mais um aluno socialmente excluído.
Um comentário:
Oi Eliane,
Quando afirmas que 'não somos tábula rasa' estás te remetendo a uma determinada teoria, justamente para negá-la. Ao fazer tal reflexão, tu a contrapões com outra que defende a 'interação do aluno com o meio.' Consegues perceber de que teorias se trata?
Em tua reflexão conseguiste articular conhecimentos de diferentes interdisciplinas. Apresentaste argumentos fundamentados em outras áreas para tratar da questão da inclusão, da aprendizagem do aluno com necessidades especiais. É esse tipo de articulação que queremos ver nos Portfólios!!!
Inicias também, ainda que implicitamente, uma discussão acerca da avaliação. Comumente o que vemos nas escolas são avaliações que comparam um aluno com o outro, sem considerá-lo individualmente em seu processo de aprendizagem e de desenvolvimento. Infelizmente, essa prática contribui ainda mais para a exclusão.
Seguimos conversando! Beijos, Rô Leffa
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