quinta-feira, 4 de junho de 2009



Concluo agora as reflexões sobre o filme O Clube do Imperador.
Primeira mente digo que foi difícil, pois tenho muitíssima dificuldade em me concentrar para assistir um filme. Após ter conversado com minhas colegas eu apresento minha avaliação e aprendizagem sobre o filme proposto na Interdisciplina Filosofia na Educação.
Aponto aqui minhas conclusões referentes as decisões morais do Professor. Felizmente nos dias de hoje temos em muitas escolas um trabalho bastante interativo a fim de que decisões em favor de alguém sejam somente tiradas se não forem prejudicar nenhum outro, bem como até mesmo as que irão beneficiar somente um aluno são tomadas em comum acordo com os membros de todos segmentos da comunidade escolar,O Conselho Escolar.
Ao re-classificar aquele aluno indisciplinado o professor despreza outro que, por merecimento deveria ter sido reconhecido e promovido por sua dedicação aos estudos.
O professor corrompeu o processo, o professor privilegiou a indisciplina e a falta de objetividade nos estudos.
O professor agiu errado, foi tão desonesto quanto o aluno.Relacionando o filme “O Clube do Imperador”
O filme “O Clube do Imperador” demonstra mais uma vez que a educação não é neutra e, nem tão pouco pode ser ingênua. Pois, em qualquer decisão e atitude do professor e do aluno, estão intrínsecos valores éticos. Portando sempre trazendo conseqüências em um grupo social.
O papel do professor deve ser o de interrogar, examinar e confundir, ao descobrir que tal aluno não adquiriu as virtudes e princípios necessários para ser um indivíduo justo e honesto.
O professor deveria repreendê-lo por sua trapaça na frente de todos. Não importando os riscos e prejuízos que isso teria como conseqüência. Acredito que desta forma Hundert teria sido mais correto e não passaria grande parte de sua vida (25 anos) com aquela sensação de fracasso, injustiça e impotência. “O valor de uma vida não é marcado pelo sucesso ou fracasso de um solitário .

Um comentário:

Rosângela disse...

Oi Eliane,

Como tu mesma dizes, em todas as nossas ações e atitudes estão intrínsecos valores morais, mas esses valores não são iguais para todos, certo?! Partindo dessa reflexão, como ajudar o aluno a construir valores morais? Como esses valores são definidos e quem os define?
Apontas em tua postagem que, desde que a comunidade escolar concorde e que nenhum aluno fique prejudicado, algumas decisões podem ser tomadas em favor de alguém... Podes dar um exemplo disso? Favorecer alguém (ainda que ninguém seja prejudicado) pode ser, para algumas pessoas, um exemplo de imoralidade... O que pensas sobre isso?

Seguimos conversando! Beijos, Rô Leffa